sábado, 23 de janeiro de 2021

Corrida de uma deficiente visual

Olá Empoderadas! 

Muita gente acha que atividade física é algo difícil ou inatingível para quem tem deficiência visual. O fato é que se exercitar tem inúmeros benefícios para o corpo e a mente de todas as pessoas. 

Então, eu Natacha vim contar um pouco para vocês sobre como eu me exercito. 

Eu corro toda segunda, quarta e sexta no Aterro do Flamengo- RJ com meu guia, um estudante de Educação Física. O conheci através de um grupo no Whatshapp de pessoas que se voluntariam para serem guias para que pessoas cegas possam praticar corrida de forma segura. Mas quem quiser pode contratar um profissional de Educação Física. 

A corrida acontece comigo de braços colados com meu guia, as vezes eu uso uma corda.  As cordas não devem ser elásticas e nem medirem mais de um metro. 

É importante ressaltar que guia e atleta devem sempre correr juntos e os guias nunca devem impulsionar nem empurrar sua atleta.

E você gostou da dica? Se tiver curiosidade ou alguma dúvida, é só deixar aqui nos comentários que terei prazer em responder. E se você tem deficiência e sentiu vontade de praticar essa modalidade de esporte, que tal começar logo? 

Natacha Ruback- Empodere com Acessibilidade 

https://www.facebook.com/natacha.ruback



Fotografia de Natacha com seu guia no Aterro do Flamengo


Audiodescrição: fotografia do calçadão da Praia do Flamengo-RJ. Ao fundo, o mar, pessoas e uma paisagem de montanhas. Em destaque Natacha e seu guia de corpo inteiro, a fotografia foi tirada de perfil esquerdo. Natacha, tem cabelos loiros presos em rabo de cavalo. Usa blusa rosa, calça e tênis pretos. Sua  mão direita está presa a mão esquerda do guia. O guia tem cabelo preso em coque no alto da cabeça, está de máscara preta, usa camiseta laranja, bermuda e tênis pretos. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro

Consultoria: Natacha Ruback




quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

História de vida

Olá empoderadas! 
Eu, Natacha Ruback , uma das idealizadoras do blog,  vou contar um pouco da minha história de vida. 

Tenho baixa visão desde os 5 anos de idade. Sempre fui muito míope, mas foi aos 6 anos que perdi totalmente minha visão em decorrência de um descolamento de retina. 
Naquele momento, minha família ficou arrasada. Meus pais não aceitavam de maneira alguma. Enquanto minha mãe rezava e chorava, meu pai, que amava uma cervejinha, fez uma promessa e passou os dez anos seguintes sem beber.

Começamos uma verdadeira saga em busca de médicos. Foram muitos exames e quatro
cirurgias. Sem resultado, no  ano em que completei 11 anos, uma professora cega do Instituto Benjamin Constant- RJ  visitou o interior de Minas Gerais, onde morávamos. Ela conversou com minha mãe e lhe deu novas esperanças. 

Foi então que, no ano seguinte, fui matriculada nesse colégio e  minha vida mudou completamente. Voltei a ter luz sem ver. No IBC aprendi tudo de que necessitava para seguir em frente. Comecei a ler, escrever, praticar esportes e, principalmente, a entender que o deficiente visual pode ser e fazer o que quiser.

Durante todo o período do Ensino Fundamental, fui uma aluna interna, permanecendo no
Instituto de segunda a sexta-feira. Passava os fins de semana na casa de parentes. Foi uma fase muito boa e proveitosa da minha vida.

Quando passei para o Ensino Médio, fui matriculada no Colégio Pedro II – Unidade São
Cristóvão, que já realizava um trabalho de inclusão, atendendo a alunos com necessidades especiais. .

Imediatamente após a conclusão do Ensino Médio, comecei minha primeira graduação,
em Direito, na Universidade Estácio de Sá.

O que mais me incomoda na minha trajetória acadêmica é a falta de acessibilidade. Sofro com isso desde ensino médio até os dias atuais.

Hoje tenho 34 anos, me casei e, estou na minha segunda graduação. Estou no 8º período do curso de Letras- Português/ Literaturas. Quase concluindo meu sonho que é ser professora.

E você? O que achou da minha história? Quer compartilhar algo conosco também? 


Fotografia de Natacha 
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Notas proêmias: Fotografia de Natacha. 

Audiodescrição: fotografia de meio corpo de Natacha. Ela tem a pele branca, é magra, cabelos loiros, compridos e lisos. Suas sobrancelhas são arqueadas, os olhos azuis, nariz fino, arrebitado, com as narinas estreitas.  Está sorrindo, usa batom vermelho. Veste blusa de manga comprida preta com strass prateados na região do colo. Está encostada em uma parede branca, tem a mão esquerda apoiada na cintura. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro 
https://www.facebook.com/aline.ribeiro.9638
@aline.sribeiro30


Consultoria: Natacha Ruback
https://www.facebook.com/natacha.ruback



domingo, 10 de janeiro de 2021

Passeio ao Parque Lage- RJ

Próximo ao Jardim Botânico, há  outro patrimônio histórico e cultural que atrai muitos turistas na cidade do Rio de Janeiro: o Parque Lage. 

De origem de um antigo engenho de açúcar, o local foi projetado em 1840 pelo paisagista inglês John Tyndale, o belíssimo jardim de estilo romântico europeu divide as atenções com a floresta nativa de Mata Atlântica. Destacam-se também as palmeiras imperiais, os lagos e ilhas artificiais, além das cavernas espalhadas pelo parque e os aquários incrustados nas paredes com diversos peixes. 

Na principal edificação do espaço, há um casarão, estilo século XIX no qual as pessoas tiram muitas fotos e que inclusive já foi cenário até de  filme como o  Minha Vida em Marte com Paulo Gustavo e Mônica Martelli. 

No casarão funciona  a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), que oferece formação gratuita, capacitações,  além de uma intensa programação de exposições, seminários, palestras e mostras de vídeos. A Escola  também dispõe de uma biblioteca e um auditório com capacidade para 150 pessoas.

No pátio central da mansão, à beira da piscina, funciona o  Bistrô Plage com algumas  opções gastronômicas. No Parque Lage costuma acontecer eventos durante todo ano. A entrada no local é gratuita.   (http://visit.rio/que_fazer/parque-lage/acesso em 10 de janeiro). 
Gostou dessa dica também? Então não deixe de vir aqui me contar o que achou, combinado?
Um abraço, 
Aline Ribeiro- uma das idealizadoras do Empodere com Acessibilidade

Parque Lage
Fotografia- Felipe Ribeiro

                                                                     

Notas proêmias: minha fotografia na frente da piscina do Casarão do Parque Lage em 18 de agosto de 2019. 

Audiodescrição: fotografia de uma paisagem a céu aberto, com montanhas e matas verdes. Em destaque, o casarão de estilo europeu do século XIX. Na entrada principal do casarão, o Bistrô Plage, com pessoas sentadas em mesas. Algumas tendas brancas aparecem fechadas e outras abertas nas mesas. Na frente do bistrô, uma piscina grande. Eu estou sentada na beira da piscina de lado, com pernas cruzadas. Tenho a pele clara, cabelos loiros,  Estou sorrindo na foto. Uso macacão branco com estampas coloridas e sapatilha branca. Fim da Audiodescrição.




Audiodescrição: Aline Ribeiro

Consultoria: Natacha Ruback


Passeio ao Jardim Botânico- RJ

Olá empoderadas! 
O dia está tão lindo hoje  que eu resolvi passar por aqui para dar dicas de passeio ao ar livre. 
O Jardim Botânico é cenário de muitas cidades do Brasil e até do mundo. Lembro-me de ter visitado pelo menos  três. Curitiba, Buenos Aires e  Rio de Janeiro que é sobre ele que eu falarei neste post. 
É sem dúvidas um   dos pontos turísticos da cidade maravilhosa, que atrai muitos visitantes e também estudiosos devido as centenas de espécies que o habitam. 
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro, é herança da Corte Portuguesa quando chegou ao Brasil, foi  fundado em 1808 por Dom João VI. 
Das muitas espécies de plantas encontramos por exemplo, o pau- brasil, cacto, e vitória- régia ( o que me fez lembrar da lenda da Vitória Régia que eu li ainda no Ensino Fundamental). 
No local também tem um espaço sensorial no qual é possível explorar as espécies de plantas com outros órgãos dos  sentidos além da visão (no dia que eu fui a área estava em manutenção, então não deu para explorar). 
Também tem obras do início do século XVI.  Entre os monumentos destacam-se as estátuas de Eco e Narciso (personagens da mitologia grega). No espaço também tem o Jardim Japonês, o Museu do Meio Ambiente,  Espaço Tom Jobim e uma área  com restaurantes e lanchonetes. 
O horário de funcionamento é de 12h às 18h na segunda-feira e de 08h às 18h de terça a domingo (é bom confirmar pois pode ser que tenha alterado o horário devido a pandemia). 
O valor do ingresso é R$15,00 inteira e R$7,50 meia entrada. 

Para quem mora em Niterói como o meu caso e quer visitar o local tem as opções das linhas de ônibus 750D e 755D. 

Gostou da dica? Então,  se for visitar o Jardim Botânico, corre aqui nos comentários e me conta o que achou. Vou amar trocar figurinha com você! 

E lembre-se: estamos num período de pandemia, então não esqueça do uso da máscara, álcool gel e de manter o distanciamento social, combinado?

Um abraço, 
Aline Ribeiro- uma das idealizadoras do blog. 


Passeio ao Jardim Botânico
Fotografia: Felipe Ribeiro


Notas proêmias: minha fotografia quando fiz o passeio ao Jardim Botânico em 18 de agosto de 2019. O local possui área total de 137 hectares e abriga coleções raras de bromélias e orquídeas, além de árvores centenárias e plantas exóticas.  (http://visit.rio/que_fazer/jardimbotanico/  acesso em 10 de janeiro de 2021).
Audiodescrição: fotografia de uma paisagem a céu aberto, com plantas verdes e árvores com troncos longos e esguios. Em destaque na paisagem estou eu na frente. Tenho a pele clara, cabelos loiros e lisos. Estou sorrindo na foto, uso brincos e cordão dourados.  Estou  de roupa estampada. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro

https://www.facebook.com/aline.ribeiro.9638

@aline.sribeiro30

Consultoria: Natacha Ruback

https://www.facebook.com/natacha.ruback




segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Dorinha

As histórias em quadrinhos fazem um maior sucesso com o público infanto-juvenil e com os adultos também. É muito comum nos depararmos com  revistas de personagens de HQ's expostas em bancas de jornais, tirinhas de  personagens dos mais variados aparecerem em livros didáticos para trabalhar interpretação de texto, fonemas, figuras de linguagem, etc. Uns fazem tanto sucesso que suas histórias se transformam em filmes e são verdadeiros sucessos de bilheteria. 
 
Umas das histórias em quadrinhos bem conhecidas são as da Turma da Mônica, de um jeito bem descontraído e simples, Maurício de Souza aborda temas de extrema relevância e bem atuais. Através da Turma da Mônica, o cartunista, passou a mensagem da importância da higiene sobretudo nesse cenário de pandemia, quando colocou o personagem Cascão que não gosta de água para tomar banho. 

Partindo do princípio da diversidade e da inclusão, alguns personagens com deficiência passaram a fazer parte da Turma da Mônica, uma delas é a Dorinha, uma menina cega. Lançada em 2004 ela foi inspirada em Dorina Nowill. Dorinha com seu jeito estiloso e descolado veio para agregar e mostrar aos outros personagens como é  importante conviver com as diferenças, além de sensibilizar o público infantil para questões sobre a Deficiência Visual. 


Dorinha – Turma da Mônica

https://monica.fandom.com/pt-br/wiki/Dorinha Acesso em 03 de janeiro de 2021


Notas proêmias: Dorinha, personagem da Turma da Mônica, lançada em 2004 por Maurício de Souza, foi inspirada em Dorina Nowill https://emais.estadao.com.br/blogs/nossa-infancia/dorina-nowill-inspirou-mauricio-de-sousa-a-criar-dorinha-personagem-da-turma-da-monica/ Acesso em 03 de janeiro de 2021.

Audiodescrição: ilustração da personagem da História em Quadrinho da Turma da Mônica- Dorinha. Ela tem a cor clara, cabelos loiros lisos na altura do pescoço, usa óculos escuros pretos, brincos de argola verde fluorescente e está sorrindo. Ela está de blusa lilás, com a letra D em verde fluorescente, mochila nas costas na cor amarela, saia verde fluorescente e tênis lilás com branco. Dorinha caminha segurando uma bengala cinza. Na parte inferior da ilustração, um risco representando o chão e a assinatura do cartunista Maurício de Souza. Fim da Audiodescrição. 


Audiodescritora: Aline Ribeiro

Consultora: Natacha Ruback





Dorina Nowill

Hoje, dia 04 de janeiro, é o Dia Mundial do Braille. A data é uma homenagem a Louis Braille  (04 de janeiro de 1809- 06 de janeiro de 1852) criador do Sistema Braille  que é um sistema de leitura  e escrita em alto relevo que visa a autonomia das pessoas cegas.

De acordo com o Censo de 2010, cerca de 24% da população se declarou como deficiente, esse número corresponde a 46 milhões de brasileiros. Dentre estas deficiências, a visual é  a mais comum, o número de pessoas com algum comprometimento na visão chega a quase 20%. da população ( https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2021-01/dia-mundial-do-braile-chama-atencao-para-inclusao-na-escrita-e-leitura#:~:text=O%20Dia%20Mundial%20do%20Braile,e%20no%20acesso%20a%20livros Acesso em 04 de janeiro de 2020). 

Muitas pessoas cegas fazem ou já fizeram uso do Braille para ler e escrever, uma delas foi Dorina Nowill que foi a fundadora da Fundação Dorina Nowill. Nascida em São Paulo, no ano de 1919, ficou cega aos 17 anos sendo vítima de uma doença desconhecida. 

Dorina foi a primeira aluna cega a frequentar a Escola Normal Caetano de Campos. Percebendo a escassez de livros impressos no formato em Braille no Brasil, criou mais tarde em 1946, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil. Dorina Nowill faleceu em 29 de agosto de 2010, aos 91 anos de idade. 
Para saber mais sobre a fundação e sua idealizadora, acesse:  https://www.fundacaodorina.org.br/a-fundacao/dorina-de-gouvea-nowill/

Dorina Nowill,criadora da Fundação Dorina Nowill

https://www.ricardoshimosakai.com.br/dorina-nowill-homenagem-a-uma-mulher-de-visao/ Acesso em 03 de janeiro de 2021

Notas proêmias: Dorina de Gouvêa Nowill idealizadora da Fundação Dorina Nowill para Cegos. 
Audiodescrição: fotografia de um cômodo branco com armários brancos. Em destaque está Dorina Nowill sentada. Ela é uma mulher idosa, tem a pele clara, cabelos castanhos claros, curtos, usa óculos escuros pretos, está com um leve sorriso. Ela usa echarpe com estampa marrom e casaco marrom. Sua mão direita está apoiada na mesa. Ela usa na mão direita pulseiras douradas e anel com um formato retangular grande, em tons amarronzados. Ao lado da fotografia, está a logomarca da Fundação, trata-se de um emoji amarelo de óculos escuros pretos sorridentes. Abaixo do emoji está escrito com letras brancas e cinzas: Fundação Dorina Nowill  para Cegos. Fim da Audiodescrição.

Audiodescritora: Aline Ribeiro
Consultora: Natacha Ruback





 

domingo, 3 de janeiro de 2021

Berenice Piana

Se você não é autista, nem tem ninguém autista na família , deve conhecer alguém com autismo ou então já ouviu falar sobre. 

O Transtorno do Espectro Autista- TEA é caracterizado pelo prejuízo em duas áreas importantes do desenvolvimento humano: a comunicação e o comportamento. 

Atualmente este assunto é abordado em programas de TV, em séries, filmes, campanhas anuais, etc. Mas nem sempre foi assim, muitas pessoas não sabiam que eram, tampouco pais conseguiam um diagnóstico preciso para seus filhos. 

Berenice Piana foi uma das mães que não conseguiu de imediato esse diagnóstico para o seu filho caçula. 

Depois de muita dedicação e estudo conseguiu o diagnóstico do seu filho quando ele tinha  seis anos de idade. Após o diagnóstico passou a buscar o tratamento adequado, no entanto, não o encontrou no sistema público. No que se refere a esfera educacional, teve que lidar com o despreparo das escolas. Mais tarde chegou a conseguir uma Clínica- Escola que ajudou bastante no desenvolvimento do menino, no entanto, a clínica é localizada no bairro da Urca, no Rio de Janeiro e Berenice morava em Itaboraí, região metropolitana do estado do Rio de Janeiro. 

Com o diagnóstico em mãos, Berenice Piana passou a lutar pelos direitos das pessoas autistas e assim surgiu a lei 12.764 de 27 de setembro de 2012 que carrega seu nome. A partir desta lei que o Autismo passou a ser considerado deficiência no Brasil, e sendo assim, todos os direitos que as pessoas com deficiência possuem como: assento preferencial em transportes públicos, fila preferencial, cota em concurso público, etc passam a valer para pessoas autistas também. 

https://autismoerealidade.org.br/2020/03/30/berenice-piana-um-marco-nos-direitos-dos-autistas/ Acesso em 30 de dezembro de 2020). 

Berenice Piana- autora da Lei 12.764 de 27 de dezembro de 2012.

https://autismoerealidade.org.br/2020/03/30/berenice-piana-um-marco-nos-direitos-dos-autistas/ acesso em 30 de dezembro de 2020.


Notas proêmias: Berenice Piana, mãe de três filhos, sendo o terceiro autista. Sua busca pela inclusão do seu filho e de todas as pessoas autistas fez com que conseguisse a aprovação da  Lei  nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, a partir desta lei que o autismo passou a ser considerado deficiência no Brasil. A lei completou no ano de 2020, oito anos. 

Audiodescrição: Fotografia com fundo desfocado no qual aparecem duas bandeiras, a primeira no fundo, nas cores vermelha e branca. A segunda é a bandeira do Brasil, ela aparece em recuo para a direita. No centro da fotografia, em destaque, está Berenice Piana, ela aparece da cabeça a altura dos ombros. Tem a pele clara, cabelos castanhos lisos na altura do pescoço, olhos castanhos, usa óculos , tem o nariz comprido e as narinas achatadas. Ela usa brinco de pérolas e colar de contas brancas com duas voltas. Está de roupa vermelha com manga. Ela fala com dois microfones de mesa. Fim da Audiodescrição.


Audiodescritora: Aline Ribeiro

Consultora: Natacha Ruback