domingo, 28 de fevereiro de 2021

Dica de viagem- Paraty/ RJ

 Olá Empoderadas! 

Hoje, eu quero dar uma dica para você que assim como eu ama viajar! Vou contar um pouquinho para você da minha segunda experiência com viagem sozinha. Decidi de última hora fazer um destino pertinho, aqui no estado do RJ mesmo. O destino escolhido foi Paraty que também é conhecido como Patrimônio da Humanidade, o local é voltado para o turismo. 

Moro em Niterói- RJ, então peguei o ônibus na Rodoviária da minha cidade e fui até meu destino, foram aproximadamente cinco horas de viagem, o ônibus faz parada nas cidades do Rio de Janeiro,  Itaguaí e Angra dos Reis. A empresa é a Costa Verde,  o valor da passagem custa em torno de R$85,00 ida e cerca de R$70,00 volta. 

Fiquei hospedada na Pousada Marques na qual é muito bem localizada, familiar, próxima ao Centro Histórico, comércios locais e rodoviária. A  suíte é muito confortável e aconchegante, o café da manhã é bom, os bolos, uma delícia e os funcionários super atenciosos. O telefone da pousada é: (24) 99814-3559. Em Paraty tem muitas pousadas, uma do lado da outra, em frente umas das outras com opção de Hostel também. 

Os passeios que eu fiz foram: Centro Histórico, com muitas lojas, igrejas (Santa Rita de Cássia, Nossa Senhora dos Remédios), restaurantes, barzinhos, a noite músicos tocam ao vivo, também é muito comum índios vendendo artesanatos pela rua. O chão é todo feito de pedras, o que causa um certo incômodo ao andar, inclusive quem tem deficiência física, visual ou mobilidade reduzida poderá encontrar dificuldade em andar por lá. 

O passeio de escuna é maravilhoso, comprei na pousada em que eu fiquei. Fiz paradas em praias como a Praia Vermelha e ilhas como a Lagoa Azul em que a água é limpa e dá para ver muitos peixinhos que quando atraídos com comidas, nadam próximos a nós. A sensação que eu tive era de estar no filme mesmo. O passeio de escuna eu paguei R$60,00. Na hora do almoço a escuna parou e almoçamos dentro do barco, me deliciei, com um peixe ao molho de camarão e legumes. Ao longo do passeio, passamos por uma casa em que aconteceu a gravação de um dos filmes da saga Crepúsculo. 

Também fiz o passeio de Jipe, comprei também na pousada, o valor foi R$80,00. Fomos a cinco cachoeiras, visitamos a dois alambiques no qual vimos a fabricação da cachaça,  eu comprei um licor de cacau e um doce de leite em compota que eu amo e no fim, visitamos uma queijaria. O passeio de Jipe que eu fiz foi com a Paraty Turismo, telefone: (24) 99306-4333. O rapaz do jipe, o Yuri é muito simpático e solícito para com os turistas. 

A gastronomia de Paraty é incrível, pizzas saborosas (inclusive brotinho para quem vai comer sozinho), hambúrgueres artesanais, frutos do mar. Um drink que é muito vendido lá é o Jorge Amado, tem também o drink Gabriela, personagem vivida por Sônia Braga e posteriormente Juliana Paes, da obra de Jorge Amado, a primeira versão da novela tem gravações na cidade. 

Paraty é uma cidade movimentada, com muitos comércios, bancos, ruas iluminadas, crianças brincando na rua, cachorros, população hospitaleira, enfim, foi uma viagem tranquila e agradável. Na rodoviária também tem ônibus para ir a Trindade na qual também tem praias muito bonitas. 

Bom, espero que tenham gostado das dicas, e se você já viajou ou tem vontade de viajar sozinha mas ainda está sem coragem e/ou desanimada, deixe seu comentário aqui, vou amar trocar figurinhas com você e te dar dicas para o seu pontapé inicial. 

Espero que vocês aproveitem bastante e como diz uma frase do filme "Como eu era antes de você": " Você só vive uma vez, é sua obrigação aproveitar a vida da melhor maneira possível". 
Um forte abraço, 
Aline Ribeiro

Notas proêmeas: Centro histórico de Paraty- RJ (Patrimônio da Humanidade), fotografia tirada em fevereiro de 2021.

Audiodescrição: Fotografia do Centro Histórico de Paraty. A fotografia é a céu aberto onde nota-se o entardecer. Coqueiros são vistos no alto. Tanto do lado esquerdo quanto no lado direito se vê uma fileira de imóveis brancos, com janelas em cima, com bordas azuis e portas embaixo, algumas portas têm bordas amarelas e outras, tem bordas azuis. Algumas casas do lado esquerdo possuem lâmpadas nos muros, já as casas do lado direito contém lâmpadas nas portas. O chão do Centro Histórico é todo de pedras altas e largas. No centro da fotografia, sou vista de perfil, de corpo inteiro. Sou magra, tenho a pele branca, cabelos loiros, lisos, na altura dos ombros, estou sorrindo na foto. Uso blusa de alça com bolinhas brancas e calça preta. Fim da descrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro
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Consultoria: Natacha Ruback



 

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Mesversário- Aurora Velasco

As comemorações de mesversários de bebês estão cada vez mais em alta, é muito comum, os pais e/ou familiares antes do bebê completar um ano de idade e darem aquela tão sonhada festa, fazerem singelas comemorações para celebrar mais um mês de nascimento e cada pequena/grande conquista do mais novo membro da família. 

Os temas dos mesversários são dos mais criativos, nessas horas os super heróis entram em cena, as princesas da Disney são recordadas, temas contemporâneos ganham destaque. As datas comemorativas acabam trazendo um "toque especial". 

No oitavo mesversário da Aurora uma figura feminina foi trazida a tona. Símbolo de força e persistência, a pintora mexicana- Frida Kahlo foi lembrada para mais um parabéns da pequena. 

E aí, o que acharam desse tema? E, se você também comemora ou já comemorou mesversário do seu bebê conte para nós sobre algum tema que utilizou. 


Fotografia do mesversário de Aurora - 08 meses



Notas proêmias: Mesversário da Aurora Velasco- 08 meses, com o tema Frida Kahlo.


Audiosdecrição: Fotografia. Em fundo azul são vistos vaso de flores, o topo de bolo com o nome Aurora e outros enfeites em cima da mesa. No canto superior, em recuo para a esquerda, em letras amarelas, está escrito a frase de Frida Kahlo: “ Onde não puderes amar, não te demores”. Em uma poltrona amarela, Aurora está sentada, ela é vista da cabeça até a cintura. Ela tem a pele branca, cabelos castanhos, está com um guirlanda de flores vermelhas na cabeça. Ela está com as sobrancelhas pintadas de marrom, de forma a ficarem unidas, tem bochechas expressivas, olhos castanhos escuros amendoados, nariz pequeno e achatado nas pontas, lábios finos e delineados, está séria na foto, com um olhar direcionado para o lado esquerdo, também está com o braço levantado para esse lado. Ela usa echarpe vermelha no pescoço, vestido azul claro com estampas florais vermelhas. Fim da descrição.



Audiodescrição: Aline Ribeiro
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Consultoria: Natacha Ruback
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domingo, 14 de fevereiro de 2021

Carmem Miranda

 Olá, empoderadas! 

Embora tenha sido suspenso por conta da pandemia, é Carnaval! Sendo assim, trouxemos para vocês uma celebridade feminina que tem tudo a ver com a data: Carmen Miranda (1909- 1955). 

Nascida em Portugal,  Maria do Carmo Miranda da Cunha, a Carmen Miranda, era filha do barbeiro José Maria Pinto Cunha e de Maria Emília Miranda, com apenas um ano de idade, veio para o Brasil. 

Criada no Rio de Janeiro, no bairro da Lapa, estudou em colégio de freiras e aos 15 anos largou os estudos e começou a trabalhar em uma confecção de chapéus, localizada no centro do Rio de Janeiro, onde estudou moda e aprendeu a costurar, pegando o gosto pelos turbantes, que viraram sua marca registrada.

Sonhando em ser atriz e cantora, nas horas vagas, cantava e dançava para animar pequenas festas. Em 1929, foi apresentada ao compositor Josué de Barros que logo a levou para se apresentar em teatros e clubes.

Estreou como cantora na Rádio Sociedade. Seu grande sucesso veio com a marcha-canção Pra Você Gostar de Mim (1930), que ficou conhecida por "Tai", que foi recorde de vendas, escrita especialmente para ela por Joubert de Carvalho. 

Em 1933, foi a primeira mulher a assinar um contrato com uma rádio. Carmen lançou outros discos e se transformou na principal estrela do Cassino da Urca no Rio de Janeiro. 

Em 1936, Carmen Miranda estreou no cinema na comédia musical “Alô, Alô Carnaval”, quando cantou acompanhada da irmã Aurora Miranda. Gravou grandes sucessos como No Tabuleiro da Baiana (1936), de Ari Barroso. 

Em 1939,  brilhou na comédia-musical Banana da Terra, quando apareceu caracterizada de Baiana, personagem que ela incorporou até o fim de sua vida. No musical, cantou a música "O que é que a baiana tem", de Dorival Caymmi, que virou um clássico na voz da cantora.

Carmen acabou se  tornando uma espécie de símbolo da América Latina, com seus turbantes, brincos de argolas, babados, saltos plataformas e balangandãs. 

Em 1947, casou-se com o americano David Sebastian, que passou de seu empregado a empresário. Este por sua vez era alcoólatra, o que a  levou  a beber também. O casamento entrou em crise e Carmen caiu em depressão, se tornando dependente de remédios.

Depois de 15 anos nos Estados Unidos, consagrada internacionalmente, Carmen viajou de volta ao Brasil, em 1954, para rever a família. Sofrendo, ficou internada durante 4 meses para desintoxicação. Depois, já recuperada, voltou para Hollywood e apresenta-se no programa do comediante Jimmy Durante.

Enquanto cantava e dançava, desmaiou e foi amparada. Recuperada, terminou sua apresentação. De volta para casa em Los Angeles, foi para seu quarto e na manhã do dia seguinte foi encontrada morta vitimada por um ataque cardíaco. (Essas informações foram retiradas do site: https://www.ebiografia.com/carmen_miranda/ Acesso em 14 de fevereiro).


Carmem Miranda- interprete do clássico: " O que é que a baiana tem". 


Audiodescrição: Em fundo preto, a fotografia de Carmen Miranda. Ela é vista da cabeça até a altura dos ombros. Tem a pele branca, é magra, usa roupa de baiana branca com detalhes nas cores : roxa e marrom. Ela tem sobrancelhas arqueadas, cílios volumosos, olhos cor de mel, nariz largo, está com um sorriso expressivo na foto, usa batom em tom avermelhado. Usa brincos e anéis dourados. Também usa quatro pulseiras grossas douradas no braço esquerdo. Ela faz pose com as mãos abaixo do rosto.

Audiodescrição: Aline Ribeiro

Consultora: Natacha Ruback








sábado, 23 de janeiro de 2021

Corrida de rua

Olá Empoderadas! 

Hoje eu, Aline quero falar para vocês sobre a minha experiência com corrida de rua. Sempre achei importante a prática de atividades físicas não só por uma questão de estética mas de saúde também. 

Confesso que sempre fui um pouco sedentária, então para tentar mudar isso, sempre experimentei atividades físicas de diferentes modalidades para saber qual mais me agrada e que me dará prazer para fazer com frequência. Uma atividade que gostei bastante de fazer por exemplo foi a aula de Jump. 
 
Um dia conversando com uma colega que pratica corrida de rua e vendo stories de uma outra colega maratonista fiquei com vontade de experimentar, e foi assim que eu participei da minha primeira corrida de rua no dia 01 de setembro de 2019 aqui na minha cidade, em Niterói. É claro que não fiz o percurso maior de 9km, corri 4km e assim mesmo corria, parava, andava devagar, apertava um pouco mais o passo, e corria novamente e no MEU TEMPO fiz todo o percurso. 

Correr na rua tem uma ótima vibração, as pessoas torcem, vibram sem nunca nem terem te visto, ao receber a medalha, sempre recebemos parabéns pelas pessoas da organização do evento, somos fotografadas. Vemos pessoas de tudo quanto é lugar, com limitações( idosas, deficientes físicas...), pessoas com cachorro, enfim, é muito bacana, é claro que tem gente que corre para receber troféus e outros prêmios, mas a maioria está ali para superar os seus  próprios desafios e foi assim que eu me senti superando  meu cansaço, sedentarismo, e eu consegui. Na hora em foi dada a largada fiquei um pouco nervosa mas depois deixei fluir e fazer tudo de acordo com as minhas condições. 

Ao acabar a corrida, pegamos um lanche com frutas, bebidas isotônicas. Também fica uma ambulância caso a pessoa se sinta mal. 

As inscrições dessas corridas  são feitas pelo site, o regulamento deve ser lido, depois é só escolher o kit que você quer comprar, geralmente são: medalha (entregues no final do percurso), número de peito, chip para ser colocado no tênis (esse chip irá marcar o seu percurso- para quem escolhe a opção caminhada este não é obrigatório), camisa do evento, viseira, bolsa,  etc. Há kits mais simples e outros mais robustos. Depois de efetuar a inscrição tem um dia para a retirada do kit. As corridas ocorrem aos domingos pela manhã. Os kits são retirados na sexta e no sábado. 

A fotografia abaixo é do evento em comemoração aos 5 anos da  Corrida Social que aconteceu no dia 01 de dezembro de 2019. A corrida social acontece em Niterói/ RJ no bairro de São Francisco. Tem por objetivo apoiar uma causa/ entidade. Alguns temas como adoção, educação e saúde já foram abordados e instituições como HUAP (Hospital Universitário Antônio Pedro) e Lar da Criança já foram ajudadas (https://www.corridasocial.com).  


E você? Corre, já correu ou tem vontade de fazer alguma corrida de rua? Deixe aqui nos comentários! Vou amar trocar figurinha com você, um abraço! 

Aline Ribeiro
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Corrida Social - 5 anos 
https://www.facebook.com/corridasocialoficial/photos/a.1204797696382465/1204802723048629

Audiodescrição: fotografia de pessoas na corrida social ao ar livre. Em destaque, eu,  fotografada de frente. Sou magra, tenho a pele branca, estou com o rosto avermelhado, cabelos presos, com uma viseira azul-marinho do evento, Uso óculos escuros marrom, camisa roxa com a logo do evento,  número de peito 2691, short rosa com estampas pretas. Seguro o celular na mão direita. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro
Consultoria: Natacha Ruback


Corrida de uma deficiente visual

Olá Empoderadas! 

Muita gente acha que atividade física é algo difícil ou inatingível para quem tem deficiência visual. O fato é que se exercitar tem inúmeros benefícios para o corpo e a mente de todas as pessoas. 

Então, eu Natacha vim contar um pouco para vocês sobre como eu me exercito. 

Eu corro toda segunda, quarta e sexta no Aterro do Flamengo- RJ com meu guia, um estudante de Educação Física. O conheci através de um grupo no Whatshapp de pessoas que se voluntariam para serem guias para que pessoas cegas possam praticar corrida de forma segura. Mas quem quiser pode contratar um profissional de Educação Física. 

A corrida acontece comigo de braços colados com meu guia, as vezes eu uso uma corda.  As cordas não devem ser elásticas e nem medirem mais de um metro. 

É importante ressaltar que guia e atleta devem sempre correr juntos e os guias nunca devem impulsionar nem empurrar sua atleta.

E você gostou da dica? Se tiver curiosidade ou alguma dúvida, é só deixar aqui nos comentários que terei prazer em responder. E se você tem deficiência e sentiu vontade de praticar essa modalidade de esporte, que tal começar logo? 

Natacha Ruback- Empodere com Acessibilidade 

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Fotografia de Natacha com seu guia no Aterro do Flamengo


Audiodescrição: fotografia do calçadão da Praia do Flamengo-RJ. Ao fundo, o mar, pessoas e uma paisagem de montanhas. Em destaque Natacha e seu guia de corpo inteiro, a fotografia foi tirada de perfil esquerdo. Natacha, tem cabelos loiros presos em rabo de cavalo. Usa blusa rosa, calça e tênis pretos. Sua  mão direita está presa a mão esquerda do guia. O guia tem cabelo preso em coque no alto da cabeça, está de máscara preta, usa camiseta laranja, bermuda e tênis pretos. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro

Consultoria: Natacha Ruback




quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

História de vida

Olá empoderadas! 
Eu, Natacha Ruback , uma das idealizadoras do blog,  vou contar um pouco da minha história de vida. 

Tenho baixa visão desde os 5 anos de idade. Sempre fui muito míope, mas foi aos 6 anos que perdi totalmente minha visão em decorrência de um descolamento de retina. 
Naquele momento, minha família ficou arrasada. Meus pais não aceitavam de maneira alguma. Enquanto minha mãe rezava e chorava, meu pai, que amava uma cervejinha, fez uma promessa e passou os dez anos seguintes sem beber.

Começamos uma verdadeira saga em busca de médicos. Foram muitos exames e quatro
cirurgias. Sem resultado, no  ano em que completei 11 anos, uma professora cega do Instituto Benjamin Constant- RJ  visitou o interior de Minas Gerais, onde morávamos. Ela conversou com minha mãe e lhe deu novas esperanças. 

Foi então que, no ano seguinte, fui matriculada nesse colégio e  minha vida mudou completamente. Voltei a ter luz sem ver. No IBC aprendi tudo de que necessitava para seguir em frente. Comecei a ler, escrever, praticar esportes e, principalmente, a entender que o deficiente visual pode ser e fazer o que quiser.

Durante todo o período do Ensino Fundamental, fui uma aluna interna, permanecendo no
Instituto de segunda a sexta-feira. Passava os fins de semana na casa de parentes. Foi uma fase muito boa e proveitosa da minha vida.

Quando passei para o Ensino Médio, fui matriculada no Colégio Pedro II – Unidade São
Cristóvão, que já realizava um trabalho de inclusão, atendendo a alunos com necessidades especiais. .

Imediatamente após a conclusão do Ensino Médio, comecei minha primeira graduação,
em Direito, na Universidade Estácio de Sá.

O que mais me incomoda na minha trajetória acadêmica é a falta de acessibilidade. Sofro com isso desde ensino médio até os dias atuais.

Hoje tenho 34 anos, me casei e, estou na minha segunda graduação. Estou no 8º período do curso de Letras- Português/ Literaturas. Quase concluindo meu sonho que é ser professora.

E você? O que achou da minha história? Quer compartilhar algo conosco também? 


Fotografia de Natacha 
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Notas proêmias: Fotografia de Natacha. 

Audiodescrição: fotografia de meio corpo de Natacha. Ela tem a pele branca, é magra, cabelos loiros, compridos e lisos. Suas sobrancelhas são arqueadas, os olhos azuis, nariz fino, arrebitado, com as narinas estreitas.  Está sorrindo, usa batom vermelho. Veste blusa de manga comprida preta com strass prateados na região do colo. Está encostada em uma parede branca, tem a mão esquerda apoiada na cintura. Fim da Audiodescrição.

Audiodescrição: Aline Ribeiro 
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Consultoria: Natacha Ruback
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domingo, 10 de janeiro de 2021

Passeio ao Parque Lage- RJ

Próximo ao Jardim Botânico, há  outro patrimônio histórico e cultural que atrai muitos turistas na cidade do Rio de Janeiro: o Parque Lage. 

De origem de um antigo engenho de açúcar, o local foi projetado em 1840 pelo paisagista inglês John Tyndale, o belíssimo jardim de estilo romântico europeu divide as atenções com a floresta nativa de Mata Atlântica. Destacam-se também as palmeiras imperiais, os lagos e ilhas artificiais, além das cavernas espalhadas pelo parque e os aquários incrustados nas paredes com diversos peixes. 

Na principal edificação do espaço, há um casarão, estilo século XIX no qual as pessoas tiram muitas fotos e que inclusive já foi cenário até de  filme como o  Minha Vida em Marte com Paulo Gustavo e Mônica Martelli. 

No casarão funciona  a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), que oferece formação gratuita, capacitações,  além de uma intensa programação de exposições, seminários, palestras e mostras de vídeos. A Escola  também dispõe de uma biblioteca e um auditório com capacidade para 150 pessoas.

No pátio central da mansão, à beira da piscina, funciona o  Bistrô Plage com algumas  opções gastronômicas. No Parque Lage costuma acontecer eventos durante todo ano. A entrada no local é gratuita.   (http://visit.rio/que_fazer/parque-lage/acesso em 10 de janeiro). 
Gostou dessa dica também? Então não deixe de vir aqui me contar o que achou, combinado?
Um abraço, 
Aline Ribeiro- uma das idealizadoras do Empodere com Acessibilidade

Parque Lage
Fotografia- Felipe Ribeiro

                                                                     

Notas proêmias: minha fotografia na frente da piscina do Casarão do Parque Lage em 18 de agosto de 2019. 

Audiodescrição: fotografia de uma paisagem a céu aberto, com montanhas e matas verdes. Em destaque, o casarão de estilo europeu do século XIX. Na entrada principal do casarão, o Bistrô Plage, com pessoas sentadas em mesas. Algumas tendas brancas aparecem fechadas e outras abertas nas mesas. Na frente do bistrô, uma piscina grande. Eu estou sentada na beira da piscina de lado, com pernas cruzadas. Tenho a pele clara, cabelos loiros,  Estou sorrindo na foto. Uso macacão branco com estampas coloridas e sapatilha branca. Fim da Audiodescrição.




Audiodescrição: Aline Ribeiro

Consultoria: Natacha Ruback